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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Atividades do Programa Mais Educação








 Arte abstrata trabalho desenvolvido pela Prof.ª Sirlei na Oficina de Desenho
 Alunos do Programa Mais Educação fazem mural, com recados e mensagem aos funcionários do Colégio Estadual Cesar Stange ,para homenageá-los no Dia do Funcionário de Escola, nas Oficinas de Desenho e Jornal Escolar. no dia 07/08/2014.









quinta-feira, 24 de julho de 2014

Direitos dos Idosos Atividade:Direitos Humanos - Programa Mais Educação -2º bimestre

 Enfim, deve-se valorizar e repensar a importância, bem como o aproveitamento do idoso na sociedade com o intuito de desenvolvimento social e de lhes garantir o pleno exercício da cidadania, rompendo antigos paradigmas que menosprezam a velhice.



imagem google
Objetivos: Conhecer o Estatuto do Idoso, e valorizar as experiências dos idosos da família, suas histórias, resgate das brincadeiras e interação com as Agentes Educacional, e avós dos alunos, assim conhecer suas histórias e experiências vividas.

Jogo da três Maria
Jogo de peteca no pátio do colégio




Relatos de brincadeiras da infância pelas Agentes Educacional Inês e Neiva

REFLEXÃO SOBRE O ESTATUTO DO IDOSO E OS DIREITOS INERENTES A ESTA POLITICA SOCIAL
Os idosos são hoje 14,5 milhões de pessoas, 8,6% da população total do País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo 2000. O instituto considera idosas as pessoas com 60 anos ou mais, mesmo limite de idade considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os países em desenvolvimento. Em uma década, o número de idosos no Brasil cresceu 17%, em 1991, ele correspondia a 7,3% da população.
            O envelhecimento da população brasileira é reflexo do aumento da expectativa de vida, devido ao avanço no campo da saúde e à redução da taxa de natalidade. Prova disso é a participação dos idosos com 75 anos ou mais no total da população - em 1991, eles eram 2,4 milhões (1,6%) e, em 2000, 3,6 milhões (2,1%).
            A população brasileira vive, hoje, em média, de 68,6 anos, 2,5 anos a mais do que no início da década de 1990. Estima-se que em 2020 a população com mais de 60 anos no País deva chegar a 30 milhões de pessoas (13% do total), e a esperança de vida, a 70,3 anos.
            O envelhecimento esta na fase do desenvolvimento. Já nos países desenvolvidos tiveram um período maior, cerca de cem anos, para se adaptar.
            A importância dos idosos para o País não se resume à sua crescente participação no total da população. Boa parte dos idosos hoje são chefes de família e nessas famílias a renda média é superior àquelas chefiadas por adultos não-idosos. Segundo o Censo 2000, 62,4% dos idosos e 37,6% das idosas são chefes de família, somando 8,9 milhões de pessoas. Além disso, 54,5% dos idosos chefes de família vivem com os seus filhos e os sustentam. Mas cabe-nos perguntar o que é envelhecimento?

O envelhecimento possui uma dimensão existencial e se modifica com a relação do homem e o tempo, com o mundo e sua própria história, revestindo-se não só de características biopsíquicas como também sociais e culturais . Groisman (1999, p. 48).

                Então, podemos afirma que "a velhice não é uma variável fixa, que podemos analisar antes e depois da modernização, mas uma realidade culturalmente construída, inclusive pelas disciplinas científicas que a tomaram como alvo".
            Até 2025, o Brasil será o sexto país do mundo com o maior número de pessoas idosas.
Ainda é grande a desinformação sobre o Idoso em nosso contexto social. A constituição Federal de 1988 veio assegurar direito a partir da Política Nacional do Idoso, Lei n° 8.842 de 04 de janeiro de 1994, tornando assim o pontapé inicial para a as instituições começarem a se adequar nas áreas de medicina fundando assim a Geriatria e Gerontologia, para tratar da saúde do idoso e fazer o estudo da velhice.
            Contudo, a Política Nacional do Idoso (PNI) surgiu com o objetivo de assegurar os direitos sociais dos idosos, criando condições para promover sua autonomia, integração e participação efetiva na sociedade.
            Posteriormente veio o Estatuto do Idoso, Lei 10.741 de 1º de outubro de 2003 prevê a idade de 60 anos para que uma pessoa seja considerada idosa, representa um grande avanço na luta pela efetivação de direitos da população Idosa. Garantindo proteção à vida, à saúde, mediante de políticas sociais publicas que permitam seu envelhecimento saudável.
             Sendo assim, o Estatuto do Idoso prevê as oportunidades e facilidades para a preservação da saúde física e mental do idoso sendo competência do poder público à garantia ao acesso à saúde criando serviços alternativos de saúde para o idoso, prevenir, promover, proteger e recuperar sua saúde, uma vez que o idoso tem atendimento preferencial nos postos de saúde, hospitais, bancos, supermercados juntamente com gestantes e deficientes devendo ser adaptados para seu atendimento, além disso, incumbe ao poder público fornecer aos idosos vacinas anualmente contra gripe e pneumonia ou medicamentos gratuitamente em especial o de uso continuo, e também ser informado sobre prevenção e controle da osteoporose, assim como órtese, próteses e outros recursos relativos à sua habilitação ou reabilitação.
            Contudo, é assegurada a atenção integral à saúde do Idoso, por intermédio do Sistema Único de Saúde SUS- garantindo acesso igualitário e universal, para a prevenção e recuperação da saúde incluindo atenção especial as doenças que os afetam.
            A prevenção e manutenção da saúde deveram ser efetivadas com atendimentos geriátricos e gerontológico, atendimento domiciliar uma vez que esteja impossibilitado de locomover. Caso haja suspeita de maus tratos contra o idoso deverá ser comunicado a quaisquer órgãos como: Ministério público, Conselho Municipal do Idoso, Conselho Estadual do Idoso, Conselho Nacional do Idoso ou Autoridade Policial
            Entretanto o aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social em condições de liberdade e dignidade é obrigação do Estado e da Sociedade assegurar o direito como pessoa humana e sujeito de direitos civis. Cabe aos filhos maiores o dever de ajudar e ampará-los na velhice, carência ou enfermidade, o poder público deve garantir ao idoso condições de vida apropriada, a família, a sociedade e o poder público, devendo garantir ao idoso acesso aos bens culturais, participação e integração na comunidade, e ainda, idoso tem direito de viver preferencialmente junto a família e ter liberdade e autonomia.
            Seu direito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral, abrangendo a preservação de sua imagem, identidade, autonomia, valores, idéias e crenças e ao Estado compete zelar pela sua dignidade colocando-o salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.
            De acordo com o Estatuto do Idoso os alimentos são prestados ao Idoso de forma da lei civil, sendo a obrigação alimentar solidaria, uma vez que o idoso ou seu familiar não possuir condições de prover seu sustento seu provimento será através do poder publico no âmbito de Assistência Social.
            Na área da educação prevê-se: a adequação dos currículos escolares com conteúdos voltados para o processo de envelhecimento, de forma a eliminar preconceitos; a inserção da Gerontologia e da Geriatria como disciplinas curriculares nos cursos superiores; a criação de programas de ensino destinado aos idosos, os apoios à criação de universidade aberta para a terceira idade alem do direito a cultura, ao esporte, ao lazer e a diversão, e ao poder publico caberá a criação de oportunidades para seu acesso, na área da cultura, esporte e lazer iniciativas para a integração do idoso e, com este objetivo, a redução de preços dos eventos culturais, esportivos e de lazer.
            O direito da profissionalização e do trabalho, o idoso tem o direito ao exercício de atividades profissionais, respeitando suas condições físicas, intelectuais e psíquicas. Na sua admissão é vedada a discriminação e fixação de limite máximo de idade, e impedir a discriminação do idoso, no setor público e privado; programas de preparação para a aposentadoria com antecedência mínima de um ano antes do afastamento, por meio de estímulos a novos projetos sociais, atendimento prioritário nos benefícios previdenciários e esclarecimentos sobre seus direito sociais e de cidadania.
            Portanto, o Estatuto do Idoso se destaca pelos direitos sociais garantidos e apregoados. Estes somente serão assegurados se a sociedade assumir a responsabilidade de permitir o resgate da cidadania das pessoas que contribuíram para a construção de nosso País.
                Ao longo do tempo observa-se o reconhecimento da importância da terceira idade uma vez que o percentual aumenta paulatinamente comparado com o número da população. Trata-se de um contingente populacional que possui experiência de vida, qualificação e potencialidade a oferecer à sociedade.
            A vida do idoso não se resume ao tempo de sua vivência e juventude, mas, perdura através do tempo. Desta forma, não são lembranças que caracterizam a vida do idoso e sim, a sua vivência que se transporta através do tempo cruzando com a vida de outras pessoas, independente da idade. Neste sentido, envelhecer não significa seguir um caminho já traçado, mas, pelo contrário, constitui a construção dele permanentemente.
            Com o crescimento do número de pessoas idosas se tornam necessárias diversas mudanças, em especial, no aspecto social, pois numa sociedade que desvaloriza o idoso, viver sob esse estigma se torna um problema.
            É importante conscientizar a sociedade de que o envelhecimento compõe a dimensão física do ciclo de vida, fazendo parte integrante da vida de todos. Todos devem reconhecer que começamos a envelhecer no momento em que nascemos.
            O Estado contribui com este processo na maneira com que impõe certas normas de conduta da sociedade para com as pessoas de mais idade. Cabe à família, ao Estado e à sociedade amparar e proteger as pessoas idosas, assegurando o seu bem-estar, a sua participação na comunidade, defendendo a sua dignidade e preservando o seu direito à vida.
            Assim, o estatuto só transformará a realidade vivida pelo idoso quando houver a participação de todos os seguimentos da sociedade e não apenas do governo.
            Enfim, deve-se valorizar e repensar a importância, bem como o aproveitamento do idoso na sociedade com o intuito de desenvolvimento social e de lhes garantir o pleno exercício da cidadania, rompendo antigos paradigmas que menosprezam a velhice.
        Disponível em   http://www.webartigos.com/artigos/reflexao-sobre-o-estatuto-do-idoso-e-os-direitos-inerentes-a-esta-politica-social/28020/ acessado no dia 24/07/2014

quinta-feira, 17 de julho de 2014

MACRO CAMPO: Orientação pedagógica e Leitura

 MACRO CAMPO: Orientação pedagógica e Leitura
OFICINA: Leitura e produção Textual

I-IDENTIFICAÇÃO:
   
PROFESSORA: Amélia 
TURMAS: Ensino fundamental
ANO: 2014

II-JUSTIFICATIVA:


   Incentivar o aluno ao uso correto da língua portuguesa, compreender a  leitura  e o seu domínio, democratizando o acesso ao saber e a cultura letrada, fazendo com que sua autonomia proporcione o seu desenvolvimento no mundo que está inserido.
Todo sistema de educação é uma maneira política de manter ou de modificar a apropriação dos discursos, com os saberes e os poderes que eles trazem consigo.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Oficina Desenho


Projeto Mais Educação _ Oficina Desenho
Professora: Sirlei _ Ano 2014.

Justificativa:
Tendo em vista o cumprimento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) de 1996, beneficiando o ensino de arte, que foi introduzido no Currículo Oficial como disciplina obrigatória, a fim de promover o desenvolvimento cultural dos alunos e conceber este ensino através de uma linguagem que tem estruturas e características próprias, o projeto de DESENHO tem como finalidade oportunizar aos alunos um olhar reflexivo sobre o processo criativo de alguns artistas específicos como Romero Britto, Beatriz Milhazes, Cândido Portinari, Edvard Munch, entre outros... como meio de levar o conhecimento aos alunos sobre a técnica do desenho, oportunizando a eles o contato com a historia, bem como a apreciação de obras de arte. Possibilitar a experimentação artística sobre as diversas técnicas do desenho tendo como foco o olhar com análise critica ampliando a experiência sócio-cultural dos alunos valorizando o processo de criação e partindo da referencia da educação pela arte. Segundo a DCE de arte, revista em 2008, que esclarece:

“o conhecimento artístico tem como características centrais a criação e o trabalho criador. A arte é criação, qualidade distintiva fundamental da dimensão artística, pois criar ‘é fazer algo inédito, novo e singular, que expressa o sujeito criador e simultaneamente, transcende-o ,pois o objeto criador é uma nova realidade social’.” (DCE Arte, 2008-p.23.apud Peixoto, 2003, p.39)

Esporte e Lazer

PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO

MACRO CAMPO: Esporte e Lazer
   OFICINA: Esporte na Escola/Atletismos e Múltiplas Vivências Esportivas.

I- IDENTIFICAÇÃO:
PROFESSOR: César 
TURMAS: A,B
ANO: 2014

II-JUSTIFICATIVA:
As atividades praticas corporais, lúdicas e esportivas, enfatizando o resgate da cultura local, bem como o fortalecimento da diversidade cultural. As vivencias trabalhadas na perspectivas do esporte educacional devem ser voltadas para o desenvolvimento Integral do estudante, atribuindo significado ás praticas com criatividades e criticidade. O acesso a pratica esportiva por meio de ações planejadas, inclusivas e lúdicas visa incorporá-la ao modo de vida cotidiano.

IV- CONTEÚDOS:
1-Esporte
1.1-Esportes Coletivos
1.1.1-Futsal, Voleibol, Basquetebol, Handebol
1.2-Esportes Individuais
1.2.1-Atletismo, Tênis de mesa, Badminton.
1.3-Radicais
1.3.1-Skate
2-Jogos e Brincadeiras
2.1-Jogos de Tabuleiro
O esporte é a ferramenta de inserção social mais eficaz, pois o resultado é imediato e as transformações são surpreendentes.
Leandro Flores

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Diretrizes dos Direitos Humanos

RESOLUÇÃO Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012 (*)
Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos

O Presidente do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições 
legais e tendo em vista o disposto nas Leis nos 9.131, de 24 de novembro de 1995, e 9.394, de 
20 de dezembro de 1996, com fundamento no Parecer CNE/CP nº 8/2012, homologado por 
Despacho do Senhor Ministro de Estado da Educação, publicado no DOU de 30 de maio de 
2012.


Art. 4º A Educação em Direitos Humanos como processo sistemático e 
multidimensional, orientador da formação integral dos sujeitos de direitos, articula-se às 
seguintes dimensões:
I - apreensão de conhecimentos historicamente construídos sobre direitos 
humanos e a sua relação com os contextos internacional, nacional e local;
II - afirmação de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura 
dos direitos humanos em todos os espaços da sociedade;
III - formação de uma consciência cidadã capaz de se fazer presente em níveis 
cognitivo, social, cultural e político;
IV - desenvolvimento de processos metodológicos participativos e de 
construção coletiva, utilizando linguagens e materiais didáticos contextualizados; e
V - fortalecimento de práticas individuais e sociais que gerem ações e 
instrumentos em favor da promoção, da proteção e da defesa dos direitos humanos, bem como 
da reparação das diferentes formas de violação de direitos.

A Proposta Pedagógica dos Direitos Humanos busca por meio das atividades com reflexão sobre fatos 
atuais, a formação de cidadãos críticos conhecedores de seu papel social.Pedagoga Gilce Primak Niquetti

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Direitos Humanos

Objetivo:  Conhecer a história dos Direitos Humanos.
Macro campo : Direitos Humanos e educação
Oficina: Direitos Humanos
Professora: Mª. Loret

:  Conhecer a história dos Direitos Humanos.
- Compreender o contexto histórico da conquista de direitos e sua relação com a cidadania;